segunda-feira, 2 de junho de 2008

da série "notícias q":

MULHER ENCONTRADA MORTA SENTADA NA FRENTE DA TV APÓS 42 ANOS



Hedviga Golik serviu uma xícara de chá para si mesmo, se sentou na sua poltrona favorita e foi assistir um pouco de televisão.
ela foi vista pela última vez pelos vizinhos em 1966, e dada como desaparecida.

incrivel.
alguem desaparece e ninguem pensou em procurá-la na própria casa?

um policial, disse que o ambiente era inquietante.
móveis, eletrodomésticos, roupas, objetos... tudo intocado por mais de 40 anos.
a xícara de chá de hedviga ainda estava em cima da mesinha ao lado da poltrona.


veja aqui a reportagem completa.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Na onda do Vegetarianismo

Pois é gente, eu também entrei na onda do vegetarianismo. Nessa semana, estava eu fazendo meu lanchinho da madrugada quando, por acaso, liguei a tv na mtv onde estava passando o programa "debate mtv" no qual o assunto do dia foi o vegetarianismo. Bom, eu costumo não dar muita importância para o que vejo na tv mas esse programa me irritou um pouco pois me senti atacado com os depoimentos dos pró-vegetarianismo e percebi que os contra praticamente não tiveram chance para debater, devido também à falta de argumentos. Assim, escrevi o Manifesto Anti-Vegan para a degustação de todos. Aí está o link. Bom apetite.


http://rapidshare.com/files/117712334/Manifesto_Anti-vegan.pdf.html


(Aqui mesmo na Que legal existem pessoas que não comem carne. Minha intenção não é ofender ninguém com isso. Isto é um texto defendendo uma idéia, sem ofensas. Algo para ser discutido. Abraços.)

sábado, 17 de maio de 2008

Saudades/Desilusão



Sabe a nova estratégia de marketing da Mastercard que as pessoas podem mandar o momento que não tem preço delas?


Toda vez que eu tenho a infelicidade de ver isso eu me penso no meu momento sem preço. O de rever meus pais, minha cidade, meus amigos, minhca casa, minha cadela, os lugares que por 15 anos frequentei e que fazem parte de mim.


Claro que não vivo de nostalgia, mas não é um sonho americano sair de casa para fazer universidade. Na realidade, é que mostra a realidade. O quanto as pessoas são mediocres e infantis, essa parte dói. Já que se sai de casa com o pensamento que de rodeado de pessoas maduras e inteligentes a saudade e a lembrança de que sua casa está ha mais de 3 mil quilometros é praticamente esquecida.


Intrigas, fofoquinhas e a ignorancia prevalecem, isso, até mesmo na universidade é uma grande maioria. O que brocha, horrores. Pra compensar isso e a saudade de casa faço o possivel para ocupar minha mente e meu corpo sem gastar muito dinheiro (controlar o dinheiro é uma das realidades ao se sair de casa), e como a vida e a sua carreira é construida a partir do seu nome, nada mais lógico do que começar a trabalhar na construção do mesmo. Sou monitoria voluntária numa Oficina de Criação de Pipas com crianças, faço o máximo possivel para receber a maior quantidade possivel de trabalho lá, nos trabalhos da aula normal também, já que falaram que eu queria fazer tudo até, mas. É preciso de alguém com vontade e pé no chão.


Ninguém vive nesse mundo viajando na maionese, isso, meu caro, é impossivel. Projetos a serem realizados em 2 semanas estourando DEVEM ser realizados com a maior simplicidade e ergonomia possivel, não dá para criar 10 mil coisas desnecessárias!Isso me irrita. A falta de noção da realidade, do tempo, do custo/beneficio. Meu Deus, e essas pessoas se gabam de si mesmas! Muito! Inteligência não é aquilo legal que você viu na internet ou no Discovery Channel. Não é falar tudo o que sabe, saber as palavras do dicionário, simplesmente não é!


Inteligência é saber usar sabiamente todo o seu repertório. Muito fácil e ainda assim, conseguem complicar a vida!

domingo, 6 de abril de 2008

Da série: tentando usar o MSN para o bem




Conversa afiada:

Chinaski vs Regis


RR -acha que se tivesse grana seus problemas seriam todos resolvidos?

DC -ter grana resolveria quase todos os meus problemas. Então, tento manter esperança de que, se ganhar alguma, conseguirei dar rumo a muita coisa. O que me preocupa é o que eu não vou conseguir comprar.

RR -a grana satisfaz nossos desejos. a maioria... concordo com você. mas vem uma culpa, não sei de onde...

DC -pq culpa?

RR -os desejos, eles se multiplicam. dá medo ter grana

DC -sabe qual é o meu medo em relação a ter grana?

Eu fico me imaginando em algum ponto do planeta, em 24 horas, comendo e bebendo pouco, do bom e do melhor, pra não engordar e conseguir ficar elegante num vestido Prada e sentindo a velha sensação de que estou fugindo alucinadamente de alguma coisa

RR -meu medo é me render às facilidades da grana. é ficar o dinheiro por ele mesmo...

DC -Meu medo é de ser esquecida pelos detalhes...as pessoas se lembram de mim por eles, os detalhes. Eu não tenho milhões de amigos simplesmente pq não sou uma amiga maravilhosa. E as pessoas se lembram da minha ausencia e me cobram por isso. Então sei que sou amada. Se tiver muita grana, as pessoas nem vão reparar no meu defeito e por isso, serei totalmente esquecida.

RR -tenho medo da internet, dessa coisa do longe perto...

DC -Sabe que estou brincando com a coisa do longe perto? É jogar a rede longe demais...e ainda assim conseguir ver o que vem com ela...

ou vai me dizer que não estamos conversando? que não dividimos músicas, coisas, pensamentos de longe?

e sentimentos, e planos, e sonhos, e desejos,

está tudo aí, preto no branco

RR -sim, a gente joga a rede longe demais.

e a vida física fica complicada...

DC -fica e não fica!

não fica e fica!

RR -tá mas num tá




(Resolvi deixar a conversa original, pra transmitir o feeling. Quando um zine começa a postar conversa de MSN, galera... é porque o bicho tá pegando criatividademente...)

segunda-feira, 3 de março de 2008

Viajandoooo oho o-o



Sexo, gastronomia e música de qualidade, A Profaníssima Trindade. Não há lugar melhor para compartilhar minhas experiências literárias ao redor de uma das pessoas mais profanas que viveram até hoje nesse mundo, Henry Miller. Foi sempre no litoral que me afundei de cabeça e alma nos Trópicos. Dessa vez em Santa Catarina, curtindo o que o Brasil tem de melhor: praias paradisíacas, corpos esculturais e cerveja gelada. Quando o sol brilhava, curti areias claras e belas paisagens como a de Taquaras e Estaleirinho, além de um mar refrescante e revigorante. Mas é na calada da noite, no ápice da madrugada, no turno da lua brilhar quando percebo que no Brasil não há Champ Élysées, casas com piano em bairros ordinários, bandoleiros improvisando nas esquinas ou mesmo os bailes da Broadway. É nesse momento que sinto que preciso mergulhar agora em outro mar. Um oceano de palavras escritas com carne, sangue e paixão. Quando todos os corpos desmaiam embriagados de sono e eu sou a única alma realmente viva na escuridão, mergulho sem hesitar, como o mais viril dos homens adentrando um harém repleto de virgens sedentas. São inúmeros os orgasmos espirituais, não quero mais sair. Vou até o esgotamento total do corpo, já é dia e adormeço. Do fundo do oceano de palavras, volto com a força de um tubarão que persegue sua vítima com tanto vigor que salta para fora da superfície deslumbrando um mundo totalmente novo e iluminado. Só Miller pode proporcionar essa vitalidade.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

E agora José?